UMA REGIÃO.
ARRIBAS.
Desde 2017, a cultivar para não esquecer
Bemposta · Mogadouro · Trás-os-Montes · Portugal
Castas esquecidas.
Vinhas com memória.
No nordeste de Portugal, nas Arribas do Douro,
encontrámos vinhas velhas que já
ninguém vinificava. Com algumas variedades desconhecidas, plantadas por quem já não está.
Salvar esse património não foi uma estratégia.
Foi uma obrigação.
Três princípios. Sem excepção.
01
Intervenção mínima
Fazemos o menos possível. Nada é adicionado que não estivesse já na uva ou na terra.
O bom vinho expressa-se.
02
Castas tradicionais
Trabalhamos com variedades locais, muitas delas sem nome
oficial. Preferimos o que pertence ao lugar.
03
Vinha como ecossistema
Cultivamos com respeito pela biodiversidade. A terra saudável produz uvas saudáveis.
É simples.
Técnica ao serviço da uva.
Desde 2017 que vinificamos com o mínimo de intervenção. Fermentações espontâneas,
sem leveduras seleccionadas, sem filtração.
O resultado é sempre diferente.
Porque cada ano é diferente.
Porque é assim que deve ser.
os FUNDADORES
Fred Machado
Portugal ⭢ Estados Unidos ⭢ Austrália ⭢ Portugal ⭢ Arribas.
Defende que o vinho nasce na vinha, não na adega.
RICARDO ALVES
Portugal ⭢ França ⭢ Espanha ⭢ Alemanha ⭢ África do Sul ⭢ Portugal ⭢ Arribas.
Acredita que a biodiversidade não é uma opção — é o ponto de partida.
Arribas do Douro.
Nordeste de Portugal.
Uma região de fronteira, entre Portugal e Espanha, marcada pelo xisto e pelo granito. O rio Douro cava o território. As vinhas crescem onde conseguem.
Aqui o vinho sobrevive e isso dá-lhe caráter.
PRÓXIMO PASSO